Ataques a política econômica - Em seu discurso, Serra voltou a atacar a política econômica do governo Lula. Ele disse que o Brasil tem a maior taxa de juros do mundo. “Se for comparar a um campeonato, o juro é no padrão Pelé e Maratona, o Brasil ganha em disparado”, disse. Ele afirmou ainda que o Pais tem a maior carga tributária entre os países em desenvolvimento. Serra destacou que se for bater uma fotografia a economia está bem, mas “a curto prazo", e que esse cenário pode alterar. Ele disse ainda que o governo deveria respeitar a legislação e a fiscalização, "em vez de ficar xingando o Ministério Público e o Tribunal de Contas".
Fim do loteamento de cargos - Condenando os conchavos políticos, Serra disse que vai pôr fim o loteamento de cargos público. Disse que se for eleito Presidente, os cargos de chefia não serão nomeados por políticos. Garantiu que quando foi prefeito e governador de São Paulo não houve nomeação política. “No Estado ninguém indicou cargos de direção. Nada, pela primeira vez. Já havia melhorado, agora chegou a 100% e ninguém indicou diretor”, disse Serra. Segundo ele, parlamentar tem que ser tratado com isonomia, caso contrário “dar uma briga desgraçada”. “Se um chega e fala: eu nomeie o outro fica enfurecido. Político se preocupa com o que ele tem e o que o vizinho tem. Ciúme de político é pior do que o de homem por mulher”. O governador Wilson Martins (PSB) e o ex-governador Wellington Dias (PT) participaram da abertura, porém não assistiram a palestra do tucano. Dias, que falou antes de Serra, leu uma mensagem enviada pela ex-ministra Dilma Rousseff elogiando os participantes. A palestra do Serra durou mais de uma hora e em seguida ele viajou para São Paulo. Fonte: cidadeverde.com

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